Embarcações não servem apenas para chegar a um ponto no mapa, mas para transformar o percurso em parte essencial da experiência. Foi com esse espírito que Bell Marques escolheu a Península de Maraú, no sul da Bahia, como cenário para celebrar o aniversário de Aninha Marques, a bordo de uma embarcação projetada para longas permanências no mar.
A travessia até Maraú destacou um uso cada vez mais frequente do litoral baiano por navegadores que buscam destinos naturais, com áreas abrigadas e boa condição de fundeio. A região, acessível por rotas costeiras, é conhecida por águas calmas, ilhas e enseadas que favorecem a navegação de lazer e a permanência a bordo por vários dias.
Em diferentes ocasiões, Bell Marques já explicou a motivação por trás da escolha da embarcação. “Eu quis um barco que comportasse bem a minha família, que acomodasse todo mundo com conforto para estarmos juntos”, afirmou. A proposta, segundo ele, sempre esteve ligada à convivência e ao tempo compartilhado no mar, e não apenas ao deslocamento.
A experiência em Maraú evidencia esse propósito em prática. A embarcação passa a funcionar como base flutuante, integrando navegação, descanso e contato direto com o ambiente natural. O ritmo é ditado pelo mar, pelas marés e pelas condições de vento, reforçando uma relação mais consciente com o território náutico.
Esse tipo de viagem também movimenta a economia ligada ao setor náutico, desde marinas e pontos de apoio até serviços locais nas regiões de destino. A circulação de embarcações ao longo da costa contribui para consolidar a Bahia como um dos principais polos de navegação de lazer do país.

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